segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Palestra D. Marcony aos coordenadores e catequistas na CAC

Palestra – Documento 107 da CNBB
D. Marcony aos coordenadores de Catequese da Arquidiocese de Brasília
Data: 30/09 de 15 às 17h

O Documento 107 da CNBB está assim dividido: Introdução, 4 capítulos e conclusão
O 1º Capítulo trata da Iluminação Bíblica em que foi escolhido o encontro de Jesus com a samaritana para destacar os passos pedagógicos para a conversão.
            ** Tudo muda quando encontramos Jesus**
Era preciso que Jesus passasse pela Samaria, assim como era preciso que Jesus o convidasse para a Catequese. Jesus espera que tenhamos sede dEle. Qual é a água que podemos dar para Jesus?
Encontro da necessidade humana com a graça de Deus.
Conhecer é diferente de saber. A salvação vem da fé em Jesus, Ele se abaixa para se mostrar à Samaritana, ensina-lhe gradativamente o que significa Adorar a Deus em Espírito e Verdade.
O 2º Capítulo narra a história do processo da iniciação cristã, que defende a necessidade da conversão pessoal a partir do encontro com Jesus. Faz-se necessário olhar para dentro de si com humildade. Em primeiro lugar Deus fala para nós catequistas, que não somos professores, ninguém sabe de tudo. Procuremos deixar o Senhor falar, nossa vivência e testemunho falam até mais que o conteúdo exposto.
Será muito proveitoso ao catequista conhecer o Documento de Aparecida. O encontro com Jesus provoca o Acolhimento.  Nunca se deve ter fé de gosto (do meu jeito), mas assumir o jeito de Jesus. Entregar com amor a alegria da missão de testemunhar. Deve conhecer também o documento Catequese Renovada (1983) e a proposta do Papa Francisco em Evangelii Gaudium. Há vários desafios atuais como intolerância sectarismo, desestruturação da família, corrupção. Enfrenta-los sem desanimar. Fazer acontecer uma mística do encontro, sem rigorismo.
O 3º Capítulo traz como a Igreja pretende implantar a Iniciação. Temos que amar a Igreja como ela é e não como gostaríamos que ela fosse. Um itinerário significa uma caminhada no qual é necessário um mergulho pessoal na fé.
Nas urgências ad Igreja com relação à evangelização hoje, devemos iniciar um diálogo com toda a sociedade sobre:
1.      Igreja como Casa de Iniciação à vida cristã
2.      Igreja em estado permanente de Missão
3.      Animação Bíblica (nunca começar reunião de trabalho sem a luz da Palavra de Deus)
4.      Formação de comunidades
5.      Valorização da Vida
Utilização de temas que sejam atraentes, aprender com o catequizando, cada um deve se sentir pessoal mente envolvido, buscar o uso de símbolos, valorizar os ritos, mergulhar no mistério pascal de Jesus, participar de formação continuada, vivificar a relação filial com Deus que nos faz nova criatura. Testemunhar com vida de oração que Cristo é o Centro, anunciando-O com linguagem adequada. Promover a inserção tendo Maria como modelo de mãe.
Traz as etapas no Quadro Geral e uma explicação quanto ao uso do RICA no que for pertinente (como inspiração). É necessário um aprofundamento após a recepção do sacramento (Tempo da Mistagogia).
É preciso superar a divisão entre a Catequese e a Liturgia, colocando ao centro da Eucaristia. Dentro de tudo procurar a coerência de vida (o catequista é exemplo de vida cristã).
O 4º Capítulo nos mostra como colocar em prática a IVC a partir de um agir pastoral da Igreja.
Vislumbra-se um Projeto da Diocese para a Implantação da IVC, com centralidade na Palavra de Deus, Integração da catequese com a liturgia, Pastoral de Conjunto, atuação dos Conselhos Paroquiais, instrução, formação, recursos, etc.
A única e principal missão da Igreja é seguir o pedido de Jesus para “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura e batizai em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Em primeiro lugar faz-se um Anúncio, depois uma Catequese e por último a participação na Liturgia (sacramentos). Este caminho que visa formar discípulos (pessoas convictas da fé).
Hoje existe um abismo muito grande entre Liturgia e catequese.
Contamos com muitos movimentos que fazem o papel de anunciadores da fé (Shalon, Canção Nova, Segue-me, Emaús, etc.)
Na catequese aprofundamos o conhecimento, as razões da fé católica, mergulhamos no mistério da pessoa de Jesus. O catequista é responsável pelos seus catequizandos. Estão preparados?
Os sacramentos/Liturgia são como as núpcias em um casamento, momento áureo em que os catequizandos devem se aproximar com piedade e respeito. A caminhada cristã não se encerra na recepção do sacramento, ele faz parte de uma necessária inserção da vida da Igreja e da Comunidade.
A restauração do catecumenato tem que ser uma missão da Igreja, com a retomada do Querigma, anunciado de forma inteligente, atraente, e convincente.  Seguido por um aprofundamento bíblico, da Doutrina Social, Liturgia, Ecumenismo, etc.
Os sujeitos destinatários da IVC são as famílias, crianças, adultos, jovens, pessoas com deficiência e pessoas nas periferias existenciais.

Os catequistas também devem fazer o itinerário, buscar o aprofundamento e formação continuada, além de buscar aprender com os seus catequizandos. Deus os abençoe em sua digna missão!

domingo, 17 de setembro de 2017

Iniciação à Vida Cristã - Itinerário para formar discípulos missionários



Formação no Regional Centro Oeste de Catequese 15 a 17/set/2017


Tema: Doc. 107 – Iniciação à Vida Cristã – Itinerário para formar discípulos missionários.
Pe Antônio Marcos Depizolli

Documento aprovado pelos Bispos do Brasil em sua 55ª Assembléia em Aparecida 2017, título e parágrafo por parágrafo. Já tem mais de 103 mil exemplares vendidos. Fruto de uma longa caminhada da igreja. Ver o vídeo da CNBB com alguns dos Bispos envolvidos.

A Igreja não deve funcionar por “gavetas”: Dízimo, Catequese, Liturgia, etc. A Iniciação a Vida Cristã deve perpassar por tudo, transformar católicos em discípulos de Jesus.

Eixos:
= a Família é o BERÇO da Iniciação à Vida Cristã
= a Comunidade Igreja é a CASA da Iniciação à Vida Cristã
= inspiração catecumenal: proporcionar um encontro pessoal com Jesus Cristo e criar um sentimento de pertença à sua Igreja
= centralidade da Palavra de Deus
= centralidade do Mistério Pascal de Cristo, a missa em comunidade, favorecer o entendimento da liturgia e seus símbolos.
= acontece por etapas: Querigma, Catecumenato, Purificação e Iluminação, Mistagogia
= a figura do introdutor: disposto a acompanhar a caminhada de fé do iniciante, mostrar Jesus, dizer de sua vida cristã para o outro, saber ser próximo (ícone João Batista). Para as crianças  pode-se chamar os padrinhos e familiares como introdutores.
= Catequese querigmática e mistagógica


Consequências :
= redimensionar o papel do catequista dentro da IVC
= agentes do processo de educação da fé: comunidade, família, introdutores, conselho pastoral paroquial, catequistas, liturgia, consagrados, diáconos, padres e Bispos.
= envolvimento da comunidade e de outras pastorais: batismo, catequese, liturgia, familiar
= refazer o calendário respeitando o Ano Litúrgico, marcando Batismos, Crisma e Eucaristia para o tempo Pascal.
= provocar questionamento – hoje se tem dificuldade
= Igreja aberta e missionária
= adaptar o itinerário que foi pensado inicialmente para adulto para as crianças e adolescentes.


Necessidades:
= elaboração e seguimento de um Projeto Diocesano de Iniciação a Vida Cristã
= “fazer as pazes” com o tempo em uma época de urgências, não fazer correndo e queimar etapas.
= formação e envolvimento para os presbíteros e agentes de pastorais
= catequistas preparados, com processo de formação estruturado (catequese, Bíblia, liturgia, espiritualidade). O catequista deve ser orientado para SER + SABER + SABER FAZER
= investimento em formadores
= novas disposições pastorais: perseverança, docilidade, sensibilidade, trabalho em equipe
= boa preparação das celebrações
= experiência orante – ter o momento do dia para rezar
= desenvolver postura de escuta, com sensibilidade real quanto à situação pessoal do indivíduo
= voltar ao essencial, ao Evangelho de Jesus. Promover um segundo Anúncio/ Querigma aos batizados e crismados.
= grupo que possa acompanhar os adolescentes pós Crisma. Metodologia, temas e periodicidade adequados.

Desafios:
= igreja acolhedora
= envolver os padres e os agentes de pastoral para caminharem juntos
= processo lento e gradual
= tem que ser um projeto paroquial e não dos catequistas da paróquia
= busca da coerência
= mudança de vida, via da ternura
= inspiração catecumenal para inserção no Mistério de Cristo
= catequizar a geração NET – compreendendo a diferença entre comunidade (interdependência) e rede (autonomia). Entender que o virtual também é real e que temos que ter comportamento adequado nas mídias (o que postar, compartilhar, como tratar os outros), pois são como espelhos do indivíduo real.
“Hoje a nova geração é a primeira que não precisa mais perguntar nada ao seu pai.” Crônica de Luiz Fernando Veríssimo – A TV estragou, o que vamos fazer? Hoje é o celular com internet.
= Rever a possibilidade de adotar a seqüência original dos Sacramentos da Iniciação : Batismo – banhar-se, Crisma – perfumar-se e Eucaristia – sentar-se. Porque os pais pedem o Batismo para seus filhos e a Crisma tem o sentido de sacramento da maturidade do Cristão?
** o enfrentamento de um conflito é oportunidade de crescimento para os envolvidos, uma graça de Deus para que seja dado um passo qualitativo no serviço pastoral mediante a escuta, o diálogo, o respeito, a aceitação, o perdão, em busca do consenso possível (papel mediador do sacerdote).

Papa Francisco – vídeo: simplicidade, proximidade, continuidade, ternura, serviço.
Ele é o exemplo das virtudes que devemos cultivar.


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Dia do Catequista - 2017

Mensagem do Papa aos catequistas


 O Papa encontrou na tarde desta sexta-feira, na Sala Paulo VI, os participantes do Congresso Internacional sobre a Catequese organizado no âmbito do Ano da Fé. Em seu discurso, o Pontífice ressaltou que "a catequese é um pilar para a educação da fé".
"É preciso bons catequistas!", exclamou, agradecendo aos presentes por esse serviço "à Igreja e na Igreja". "Mesmo se por vezes pode ser difícil, há muito trabalha, se esforça e não se veem os resultados desejados, educar na fé é belo! Talvez seja a melhor herança que podemos dar: a fé! Educar na fé" para que cresça.
Ajudar as crianças, os adolescentes, os jovens a conhecer e a amar sempre mais o Senhor é uma das aventuras educacionais mais bonitas, se constrói a Igreja! 'Ser' catequistas! Não trabalhar como catequistas, eh! – observou.
Isso não serve! Eu trabalho como catequista porque gosto de ensinar... Mas se você não é catequista, não serve! Não será fecundo! Não será fecunda! "Catequista é uma vocação: 'ser catequista', essa é a vocação; não trabalhar como catequista. Vejam bem, não disse 'trabalhar como catequista, mas sê-lo', porque envolve a vida. E assim se conduz ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho".
Francisco convidou a recordar aquilo que Bento XVI disse: "A Igreja não cresce por proselitismo. Cresce por atração". "E aquilo que atrai – precisou o Papa – é o testemunho. Ser catequista significa dar testemunho da fé; ser coerente na própria vida. E isso não é fácil! Não é fácil. Nós ajudamos, conduzimos ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho."
Em seguida, recordou aquilo que São Francisco de Assis dizia a seus confrades: "Preguem sempre o Evangelho e se fosse necessário também com as palavras". Mas antes vem o testemunho: "que as pessoas vejam o Evangelho em nossa vida. E 'ser' catequistas requer amor, amor sempre mais forte a Cristo, amor a seu povo santo. E esse amor não se compra nas casas comerciais; não se compra nem mesmo aqui em Roma. Esse amor vem de Cristo! É um presente de Cristo!
É um presente de Cristo! E se vem de Cristo parte d'Ele e nós devemos partir novamente de Cristo, desse amor que Ele nos dá. O que significa esse partir novamente de Cristo, para um catequista, para vocês, também para mim, porque também eu sou um catequista? O que significa?
O Papa respondeu com três coisas. Em primeiro lugar, partir novamente de Cristo significa ter familiaridade com Ele. Mas ter familiaridade com Jesus: Jesus o recomenda com insistência aos discípulos na Última Ceia, quando se aproxima a viver a doação mais alta de amor, o sacrifício da Cruz.
Jesus utiliza a imagem da videira e dos ramos e diz: permaneçam em meu amor, permaneçam junto a mim, como os ramos na videira. "Se estivermos unidos a Ele – observou Francisco – podemos dar fruto, e essa é a familiaridade com Cristo. Permanecer em Jesus!" É um permanecer apegado a Ele, "com Ele, falando com Ele: mas, permanecer em Jesus".
"A primeira coisa para um discípulo – prosseguiu – é estar com o Mestre, ouvi-lo, aprender d'Ele. E isso vale sempre, é um caminho que dura a vida inteira."
O Papa contou um episódio: "Numa de minhas saídas, aqui em Roma, numa missa aproximou-se um senhor, relativamente jovem e me disse: 'Padre, prazer conhecê-lo, mas não creio em nada! Não tenho o dom da fé! Entendia que era um dom... 'Não tenho o dom da fé! O que me diz?' 'Não desanime. Cristo lhe quer bem. Deixe-se olhar pelo Senhor! Nada mais que isso'.
E isso digo a vocês: deixem-se olhar pelo Senhor! – exortou o Santo Padre:
"Entendo que para vocês não è tão simples: especialmente para quem é casado e tem filhos, é difícil encontrar um tempo longo de calma. Mas, graças a Deus, não é necessário fazer todos do mesmo modo; na Igreja há variedade de vocações e variedade de formas espirituais; o importante é encontrar o modo adequado para estar com o Senhor; e isso se pode, é possível em qualquer estado de vida."
O Papa acrescentou o segundo elemento: "partir novamente de Cristo significa imitá-lo no sair de si e ir ao encontro do outro. Essa é uma experiência bonita, e um pouco paradoxal. Por qual motivo? Porque quem coloca no centro da própria vida Cristo, se descentra! Quanto mais se une a Jesus e Ele se torna o centro da sua vida, mais Ele o faz sair de si mesmo, o descentra e abre você aos outros.
"O coração do catequista vive sempre esse movimento de 'sistole – diastole': união com Jesus – encontro com o outro. Sistole – diastole. Se falta um desses dois movimentos, não bate mais, não pode viver."
O terceiro elemento, que está sempre nessa linha: "partir novamente de Cristo significa não ter medo de ir com Ele às periferias". De fato, o Pontífice exortou a não ter medo de caminhar com Jesus às periferias:
"Se um catequista se deixa tomar pelo medo, é um covarde; se um catequista está tranqüilo acaba por tornar-se uma estátua de museu; se um catequista é rígido torna-se estéril. Pergunto-lhes: alguém de vocês quer ser covarde, estátua de museu ou estéril?"
Francisco pediu criatividade e nenhum medo de sair dos próprios esquemas: isso caracteriza um catequista. Quando permanecemos fechados em nossos esquemas, nossos grupos, nossas paróquias, nossos movimentos – explicou – ocorre o que acontece a uma pessoa fechada em seu quarto: adoecemos.
A certeza que deve acompanhar todo catequista – acrescentou Francisco é que Jesus caminha conosco, nos precede. "Quando pensamos ir longe, a uma periferia extrema, Jesus está lá." 

quinta-feira, 6 de julho de 2017

AUTO-AVALIANDO NOSSA CATEQUESE

Questionário momento atual

Vamos fazer uma avaliação sobre a realidade atual de nossa catequese.

                   Dê uma nota:
                   1 – 2 ->   péssimo   ou    nunca
                   3 – 4 ->   ruim         ou    raramente
                   5 – 6 ->   razoável   ou    às vezes
                   7 – 8 ->   bom,        ou    muitas vezes
                   9 – 10 -> ótimo,      ou    sempre

1.    Como está o relacionamento dos catequistas com o pároco e demais padres da comunidade?
2.    Existe apoio para a Catequese das outras pastorais da paróquia como a Liturgia, Mesces, etc?
3.    Consigo conhecer os pais e outros membros da família dos catequizandos?
4.    Existe presença das crianças na missa dominical?
5.    Nível de falta das crianças nos encontros de catequese?
6.    Existem crianças hiperativas e distraídas nas salas de catequese?
7.    Como está o planejamento e o programa de sua etapa?
8.    Conseguimos completar o conteúdo proposto?
9.    Favorecemos nosso catequizando a um encontro pessoal com Jesus Cristo?
10. A mensagem do Evangelho é proclamada com alegria nos encontros?
11. Temos a impressão de que os catequizandos vem desmotivados para a Catequese?
12. Percebemos que o interesse dos pais é somente em relação à obtenção do sacramento?
13. Estamos lidando com muitas famílias desestruturadas (pais separados por exemplo)?
14. O modelo de catequese tem formado cristãos comprometidos com a fé católica?
15. Temos utilizado o perdão e misericórdia no trato com nossos catequizandos?
16. Utilizamos a Palavra de Deus como fonte primária na Catequese?
17. Nossa catequese apresenta o Querigma às famílias?
18. Utilizamos recursos musicais em nossos encontros?
19. Utilizamos recursos audiovisuais em nossos encontros?
20. Buscamos fazer do momento do encontro algo diferente e divertido?
21. Compreendo o que é a catequese de inspiração catecumenal?
22. Busquei compreender cada etapa e os ritos/celebrações sugeridos?
23. Consigo me lembrar de como e quando foi a minha conversão pessoal?
24. Na catequese é importante transmitir conteúdo?
25. Nossos catequizandos sabem a forma de “agir” do cristão?
26. Temos apresentado o mistério de Cristo nos nossos encontros e celebrações?
27. Sempre estimulamos nossos catequizandos a desenvolver sua espiritualidade e ter vida de oração?
28. Nossos catequizandos sabem que tem uma missão junto à comunidade?
29. Em nossa paróquia existe uma formação continuada para jovens e adultos?
30. Em nossa paróquia existe uma formação continuada para catequistas?

Apresentar os materiais de catequese desenvolvidos com inspiração catecumenal

Formar grupos de catequistas para analisar alternativas e propostas de solução:

1.    Já foram implementadas ações de inspiração catecumenal em sua catequese/comunidade? Quais foram? Está dando certo?
2.    Como a catequese/comunidade tem feito para contornar os problemas encontrados? Compartilhe.
3.    Qual a sua idéia prática para aproximar a catequese dada hoje para aquela que a Igreja vem nos pedir no documento 107 da CNBB?

sexta-feira, 31 de março de 2017

Subsídios da Palestra com os catequistas de Brasília

PALESTRA PARA OS CATEQUISTAS DE BRASÍLIA

AUDITÓRIO DA CÚRIA METROPOLITANA - 25/03/2017
PALESTRANTE: CRISTIANE ROSÁ - SC

1. Manuais de catequese  

Acesse aqui para ver o documento

2. Iniciação a Vida Cristã 

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3. Catequese do Batismo 

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

DIVISÃO DO DOCUMENTO 105 PARA TRABALHO EM GRUPO


SANTA TEREZINHA - CAPÍTULO 1
https://drive.google.com/open?id=0B3-6aXdpNpe9NFpISmlIQWR2czA

SANTO ANTONIO - CAPÍTULO 1
https://drive.google.com/open?id=0B3-6aXdpNpe9SHhRZEhMTnlDYmM

SÃO PIO - CAPÍTULO 2
https://drive.google.com/open?id=0B3-6aXdpNpe9TTJlSWJXYllDdWc

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - CAPÍTULO 2
https://drive.google.com/open?id=0B3-6aXdpNpe9Y1dXUF9UMXd6SXM

SANTA EDWIGES - CAPÍTULO 2
https://drive.google.com/file/d/0B3-6aXdpNpe9UmdwRVhpeFo5aGM/view?usp=sharing

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE - CAPÍTULO 3
https://drive.google.com/open?id=0B3-6aXdpNpe9R3drUERHSThIMVk

SÃO CAMILO - CAPÍTULO 3
https://drive.google.com/open?id=0B3-6aXdpNpe9WlVfanUzM3pvUjg

DOM BOSCO - CAPÍTULO 3
https://drive.google.com/open?id=0B3-6aXdpNpe9dFYwRk93bnhMWk0



PRÉ INSCRIÇÕES REALIZADAS PARA A SEMANA CATEQUÉTICA

Paróquia Primeiro nome
Nossa Senhora das Dores ALINE
  BIANCA
  FLAVIO
  FLAVIO F.
  FRANCISCA
  IVANILDA
  JOSENY
  LEILA
  LETÍCIA
  LUCILENE
  LUCÍLIA
  MARIA DA CONCEIÇÃO
  ROSÂNGELA
  YLZA
Nossa Senhora de Fátima ALICE
  DANIEL
  HELDER
  HELDER
  PAULO
  VINÍCIOS
  VINÍCIUS
  WALLACE
  ZORAIDE
Nossa Senhora de Guadalupe ACÁCIA
  ALOMA
  ANNA CAROLINA
  CRISTINA
  DANIELLE
  DEBORA
  DEMETRIO
  EMÍLIO
  ENI
  FELIPE
  GABRIELA
  GENTIL
  GISELLE
  IRENE
  ISIS
  JULLIANA
  KEILA
  MARIA LEONORA
  MARIANNE
  MARISTELA
  VICTOR
Santa Cruz e Santa Edwiges DANIEL
Santa Terezinha MARIANE
Santo Antônio CRISTINA
  ELISABETH
  LILIAN
  NADIVA
  WESLA
Santuário Dom Bosco CARLOS
  CARLOS
  JÚLIO
  JULLIANA
  LUÍS HENRIQUE
  MAINA
  MARCOS VINÍCIUS
  PEDRO HENRIQUE
  VIVIANE
São Camilo de Lellis JOSELITA
São Pio de Pietrelcina CLEIDE
  ISABEL
  JÚLIO CESAR
  MARIA ELIZABETE
  WILTON

domingo, 12 de fevereiro de 2017

ÒDocumento n°105 da CNBB

Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade
Palestra D. Marcony dia 19/01
Semana Catequética Setor 2 – Perpétuo Socorro

ÒTRIPÉ DA IGREJA

ÒEvangelização –é preciso colocar Jesus Cristo no coração do catequizando de tal forma que ele não largue nunca mais. Transmitir algo que faça com que ele se apaixone por Jesus. “Meus catequizandos tem gosto de estar na catequese? (conhecer)
ÒCatequese – partir pra um conhecimento mais aprofundado, não só de aparência. Passar o conteúdo para entender a pessoa de Jesus e o que ele nos pede. (namoro)ÒLiturgia – a catequese deve levar à missa. A criança deve passar a amar o encontro com Deus que acontece na missa (alimento da palavra e da Eucaristia) 

ÒDOCUMENTOS DA IGREJA

ÒA Importância do Vaticano II, pois antes deles os leigos eram só ouvintes na celebração que era realizada em latim, com o sacerdote de costas para eles.
ÒO leigo é chamado a ser Igreja e não só a estar na Igreja. “Vós sois sal da terra e luz do mundo”. Hoje sabemos que os leigos realizam uma ação transformadora no mundo, na Igreja e na sociedade.ÒPara mudar o mundo o leigo precisa sair de si, deixar todo tipo de individualismo, dar a a vida.  Como o Mestre Jesus “Eu vim para servir e não para ser servido.”Ò Necessidade de pertença à Igreja, em tudo iluminar e transformar o mundo, caminho de santidade.

ÒIGREJA

ÒA Igreja é mistério, grandiosa, o Corpo místico do qual Cristo é a cabeça.ÒA Igreja está dentro do mundo. Infelizmente, até para os membros da Igreja ela se torna pequena, só mais um adendo. As vezes parece até desprezada, mas é constantemente assistida pelo Espírito Santo (nos faz ser sal e luz)ÒHoje o leigo foi valorizado dentro da Igreja – participa dos Conselhos, proclama a Palavra, sobre o altar, são instituídos ministros, entre outros. Temos leigos defendendo ardorosamente a vida, a família, artistas, professores, etc.ÒHouve recuos também neste tempo: insuficientes leigos católicos atuantes nas Universidades, na política , na cultura, na medicina, etc.ÒDissociação da vida em sociedade do trabalho exercido na Igreja.
ÒDesconhecimento e falta de formação humana na doutrina social, resistência.ÒAmadorismo na formação de lideranças cristãs. Faltam princípios arraigados.ÒFalta aceitação do ecumenismo e de outras religiões (Islã, judeus, evangélicos, etc), sendo que Jesus pediu para que todos fôssemos 1.

ÒQUEM É O LEIGO

ÒO casal, as crianças, as mulheres, os jovens, idosos, solteiros, viúvos e viúvas, os vocacionados, os ministros da Igreja, os seminaristas, os missionários, pertencentes às comunidades e movimentos - todos formam a Igreja que tem seu campo de atuação: o mundo.ÒÉ preciso que o leigo assuma cargos de direção, serem bem formados na Doutrina Social da Igreja e fundamentado nos princípios evangélicos.ÒA velocidade da mudança na sociedade depois da Globalização. A base se tornou a produção, o comércio e o consumo e a pessoa vai sendo desvalorizada. Ilógica individualista: todos procuram bem estar com o menor esforço. O jovem não precisa mais de ninguém, nem dos pais (não entre no meu quarto – documento n° 73).ÒContradições: Achismo, pedofilia, drogas, Pcc, etc.

ÒO LEIGO NA ATUALIDADE

ÒDependência da tecnologia, a comunicação virtual (redes sociais que deveriam ser utilizadas de forma respeitosa)ÒNão se consegue discernir entre o necessário e o que é a vontade (consumismo)ÒViver em função da aparência
ÒIdolatria do dinheiroÒSectarismo (grupo fechado)ÒAutonomia e isolamento em contraposição à vida em comum

ÒTENTAÇÕES DA MISSÃO

ÒIdeologizaçãoÒReducionismoÒGnoseÒSe sentir superior aos outrosÒProfissionais do sagradoÒClericalismoÒIndividualismo – espiritualidade pessoalÒSectarismo dentro da IgrejaÒLaicismo – só interessa o que esta no mundoÒMundanismo espiritual

ÒA QUEM VOCÊ SERVE

ÒA Jesus ou ao Padre?ÒFormar comunidadesÒTornar-se povo de Deus, corpo místico de Cristo, uma igreja em saída, ir ao encontro dos outrosÒO leigo assume com o clero a vida da Igreja – não como colaborador, mas como co-responsável (n° 87)ÒArdor missionário: É preciso agir com amor, convicção e perseverança, contagiar de forma fascinante e resplandecente o nosso catequizando
ÒMissão da igreja ÒTodos temos um senso da fé ditado pela nossa consciência (será que isto é certo mesmo).ÒNinguém se salva sozinho. Tenho que levar os outros (pobres, família, amigos, companheiros de pastoral, etc.)ÒA eclesiologia estuda a reunião em Cristo Jesus de todos os batizados (sentido de comunhão que deve existir na comunidade)ÒA igreja deve ser: Povo de Deus a caminho, povo de Deus da Aliança, a totalidade dos batizados, chamados a evangelizar, a fazer missões, etc.
ÒOs catequistas tem que ser acolhedores (n° 101), amar as pessoas, cativar os catequizandos.ÒÉ preciso valorizar a vocação de cada cristão leigo e não ter uma Igreja de “gostos”. Respeitar e amar a todos, também os carismas diversos. 

ÒOS SACRAMENTOS

ÒBATISMO – nos torna filhos de DeusÒCRISMA – nos torna testemunhosÒEUCARISTIA – nos fortalece
ÒÉ preciso viver o nosso batismo, onde recebemos o Espírito SantoÒ Na Crisma aprendemos a escutar o ES e sabemos quando estamos pisando na bola. O crismando defende a fé, pela Crisma nos tornamos testemunhos, damos a vida por Jesus.ÒNa Eucaristia tomamos consciência do amor que Jesus tem por nós se fazendo pão para permanecer como nosso alimento (não é uma medalha ao final de uma competição). 

ÒVOCAÇÃO DO LAICATO

ÒA diferença entre o padre e o leigo não é de grau hierárquico, mas de essência/existência.
ÒTodos os sacramentos mudam a essência.ÉNo Batismo – entra criança sai filho de DeusÉNa Crisma – entra cristão sai soldado de Cristo
ÉNa Eucaristia – entra pessoa e sai Cristo temporariamente presente na pessoaÉNa Confissão – entra pecador e sai nova criatura na graça de DeusÉNo matrimônio – entram homem e mulher e sai uma só carneÉNa ordem – entra homem e sai Cristo pastorÉNa Unção – entra enfermo e sai saudável ou fortalecido   ÒMissão do batizado ÒA partir de nosso Batismo recebemos uma tríplice missão, ser:ÉSacerdote – prestar cultoÉProfeta – proclamar a Palavra de DeusÉRei – servir como o Rei JesusÒComo Maria (fé e obediência), de forma livre, ter força para ser discícula e vencer as tentações (desunião, desânimo, injustica, tudo precede os caminhos à santidade).ÒA Maior das Graças (Jesus) veio por Maria, por que não nos traria ela outras graças?

ÒVOCAÇÃO UNIVERSAL À SANTIDADE

ÒQuerer ser santo.ÒViver todos os dias a presença de Jesus.ÒFazer com “gosto” tudo do dia a dia (família, trabalho, catequese), mesmo que isto nos custe.ÒTer consciência que é preciso crescer na maturidade cristã.ÒNão dividir espaços entre fé e vida, entre o sagrado e o profano. (n° 133)ÒProfessar a fé católica, em comunhão com seu pároco, Bispo e Papa.ÒFormar comunidade, participar das reuniões da igreja

ÒRESPONSABILIDADE DO CATEQUISTA

ÒLEVAR SEUS CATEQUIZANDOS PARA O CÉU.ÒPRIMAZIA DA SANTIDADEÒSER FERMENTO MORAL E ÉTICO NO MUNDOÒAMAR A JESUS SOBRE TUDO E NA HORA ELE MEMO FALARÁ EM NÓS.ÒSER LEIGO ENGAJADO NA IGREJA E NO MUNDO.ÒDENTRO DE DIVERSOS CARISMAS E MINISTÉRIOS .